segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Faleceu Nadyr, em Queluz.

Nadyr em sua casa de Queluz, sendo visitada pelos primos Maria Helena, Aécio e Cila.

Em uma fotografia enviada a vários anos ao AVC pela Soninha, aparece a Nadyr (círculo à direita), junto com primos das fazendas, por volta de 1955. Os meninos nos colos são Marco Antônio e Ary José. À esquerda, o menino de topete é o Joni. Aécio Marcos aparece, mocinho ainda, ao lado do homem de chapelão (que deve ser Hugo, ou Bio).

Faleceu na cidade de Queluz, Vale do Paraíba, a Tia Nadyr (irmã da Nilza Leme), foto colorida acima, tirada por volta de 2005, quando fizemos uma visita à ela em Queluz, para relembrarmos os bons tempos das fazendas.

Tia Nadyr é irmã de Nilza Leme.
E Nilza Leme é esposa do Paulo Leme (irmão da Tia Lena do Rio Claro), que vive em Cruzeiro.

O velório está sendo realizado na casa da Nadyr, em Queluz.
O sepultamento será hoje, dia 20/12, às 16 horas.
Informação enviada por Ana Carolina Leme, uma das gêmeas neta de Paulo Leme, à qual a Família agradece a gentileza.

Nota de Falecimento - Queluz.


De: Ana Carolina Leme - Cruzeiro (SP)

Olá!
Sou Ana Carolina (umas das gêmeas de Cruzeiro).

Estou enviando esse e-mail pra informar que a NADIR (tia Nadir de Queluz) irmã da NILZA esposa do PAULO de Cruzeiro (Paulo irmão da tia Lena da fazenda), faleceu nesse domingo 19/12/2010 à tarde. O corpo está sendo velado na casa dela. O enterro será às 16h00 (20/12/2010), em Queluz.

É isso, qualquer coisa manda um e-mail!
Beijo e abraço.
Ana Carolina.
ana_caarolina03@hotmail.com

(Foto: Paulo Leme com a neta Ana Carolina)

domingo, 19 de dezembro de 2010

De: Márcia Carvalho Varajão - Firenzi - Itália

"BUON GIORNO BRASILE!!!!!!!!
ESTA FOI TIRADA HOJE DE MANHA, QUENTINHA AINDA!!!!!!!
SAO 2 DIAS QUE NEVA E DOIS DIAS LINDOS E CAOTICOS!!!!!!!
AGUARDEM QUE ESTAMOS PREPARANDO O CARTAO DE NATAL!!!!!!!!
TANTI BACI A TUTTI"


m.varajao@hotmail.it

ALUÍZIO: A Cortina... o Simca Chambord e... um expressivo fitar de olhos.

De: Aluizio Fagundes - São Paulo (SP)

Caro Léo
Um reparo: é Simca, com EME. Males das idades!
Segue um pequeno conto que escrevi há muito tempo, onde o Simca teve fator preponderante.

Abraço
Aluizio

CORTINA

Forasteiro, morava em Carolíngia, linda cidade interiorana, onde fazia o curso superior.

Certa ocasião fui convidado para uma festinha de aniversário. Não fazia parte do grupo de amigos da anfitriã. Mas não desprezei a oportunidade e lá fui para me distrair.

Pois foi nessa festa que a vi pela primeira vez. Muito me impressionei. Corpo bem feito, sem angulosidades, rosto magro, cabelos negros e lisos, narizinho arrebitado e, principalmente, o expressivo fitar de olhos profundamente escuros, foram suficientes para eu me desinteressar por qualquer outra das garotas presentes.

Alguém nos apresentou e foram poucas as palavras que trocamos. Disseram-me depois que eu ainda não a havia visto por causa de um namoro importante e duradouro dela. Porém, esse namoro estava terminado. Isto encheu meu coração de atropelada alegria.

Passado algum tempo, surpreendeu-me outro convite. Era para uma reunião social restritíssima na casa da família mais rica da região, com a qual não mantinha relações de amizade. O convite, escrito, foi-me entregue em mãos por um motorista aparatado e condicionava resposta antecipada. Nas antevésperas, uma voz feminina perguntou-me ao telefone se eu iria ao evento. Não havia o que pensar. Sim, com muito prazer.

No dia seguinte, sábado, fui para a casa paterna na Capital e troquei de carro. Lá deixei meu fusca e levei emprestado de meu pai o seu lindo Simca azul-celeste-e-branco-pérola. A festa rica merecia alto estilo.

Sábado seguinte, na hora marcada, cheguei à portaria da fazenda onde seria a reunião. Porteiros de librê se aproximaram, pediram meu nome, conferiram na prancheta e levantaram a cancela. Um caminho asfaltado, cruzando um bosque iluminado, levou-me até o pátio fronteiro a uma casa enorme, térrea, de arquitetura moderna, espalhada, cinematográfica.

Recebeu-me uma jovem senhora, a dona da voz feminina ao telefone. Conduziu-me à sala e me entregou à anfitriã que, simpaticamente, foi me apresentando a umas poucas pessoas que estavam sentadas em sofás que formavam vários ambientes naquela imensa sala clara de teto baixo. Uma ou outra daquelas pessoas, todas jovens, eu já conhecia de vista ou por ter trocado algumas palavras na cidade. Pensei que havia pouca gente por ser cedo, mas depois vi que fui dos últimos a chegar e que a reunião era de fato muito restrita e se destinava à despedida de uma das moças que estava de partida para estudar na Suíça.

Foi então que cheguei ao último ambiente de sofás. Minha circulação sanguínea se acelerou, o ar ficou preso nos pulmões por longos instantes e, balbuciando, cumprimentei a linda menina de corpo bem feito, sem angulosidades, rosto magro, cabelos negros e lisos, narizinho arrebitado e, principalmente, dona de um olhar expressivo com olhos profundamente escuros. Fiquei por ali até o fim da reunião, conversando trivialidades e trocando apresentações pessoais.

Foi alvo de meus comentários, lembro-me bem, a beleza de uma música que tocavam na vitrola. Ela então me disse que o nome da música era Cortina, da trilha sonora do filme A Pantera Cor-de-rosa. Cortina é música de rara inspiração. Seu ritmo, meio-bolero estilo europeu, entre alegre e nostálgico, com melodia sem sobressaltos, bem representa a paisagem dos Alpes Italianos que o filme mostra, onde está o centro turístico de Cortina D’Ampezzo.

Saí da absorção do colóquio com ela, no brinde de despedida. Pouco tempo depois terminava a reunião. Suas duas ou três horas de duração passaram despercebidas.

Ao sair, alguém da festa, a anfitriã talvez, pediu-me para conduzir a garota bonita até a cidade. Que dúvida! Com todo o prazer!

Bendita a hora em que, por puro exibicionismo pedi emprestado o Simca a meu pai! Ela entrou no carro e seu banco dianteiro inteiriço permitiu-lhe se acomodar bem perto de mim. Fomos em absoluto silêncio até a cidade. A tensão era quase palpável, sentia-se no ar. Os poucos minutos do percurso pareceram uma eternidade, de prazer inesquecível que não ousei afastar com nenhum gesto ou palavra. E nem ela.

Parei o carro na frente da casa dela.

Nesse tempo, nem mesmo o beijo facial entre jovens amigos era usual, que dirá então a perigosa ousadia de uma carona a dois! Por isso, a despedida deveria ser formal e rápida, como o foi em parte. Não foi tão formal porque quando virei o rosto para dizer boa noite, ela estava me fitando de perto com seus expressivos olhos de profundo escuro. Daí para um beijo mútuo foi um átimo. A despedida não foi tão rápida quanto deveria, por causa de mais um beijo, mas nem tão longa quanto desejável, para cumprir-se a regra. Nada se falou e nem se combinou, exceto um educado durma bem.

Logo depois, mal-chegado à república onde morava, tocou o telefone. Atendi. Não ouvi voz alguma, apenas o som melodioso de Cortina. Ao terminar a música, o telefone foi desligado. Eu não tinha o número de seu telefone. Por isso, não pude fazer na hora o que mais desejava. Falar-lhe. Somente no dia seguinte o consegui e a procurei ansioso.

Minha rendição foi incondicional. A estratégia, a tática, a logística e as armas por ela utilizadas não me deixaram alternativa. E, de joelhos, rastejei entregue por meses a uma paixão avassaladora que marcou profundamente a minha vida, numa época em que eu era feliz e sabia disso.

São Paulo, 28/12/1993.

Victor Hugo: Feliz Natal a todos!


De: Victor Hugo da Costa Pires - Tatuí (SP)

Enviando email: cartão de natal para meus amigos.

victor.hugo1045@terra.com.br

Ditinha manda vídeo: 6ª Feira... 2ª Feira...

O Léo é assim, ó...

De: Benedicta Alves de Souza Avellar Pires - Guaratinguetá (SP)

Desejo a todos vocês um Feliz Natal. Boas Festas! Feliz Ano Novo!

benesapires@yahoo.com.br

Gabriela Avellar: Mais um Pinpix.

De: Gabriela Machado Avellar Pires Paulino - Botucatu (SP)

Mais um Pinpix de Natal pra vocês.
Raphinha, Bianca, Carlinhos e Gabriela.

http://pinpix.ig.com.br/Widgets.mvc/Visualiza/201012182114558477359?v=7200346

gabi_m_pires@hotmail.com

Hailton Portugal: Boas Festas, minha gente!


De: Hailton Portugal - Rio de Janeiro (RJ)


Salve, salve minha gente!

Pois é, lá se foi mais um ano. Que bom, aí vem mais um Ano Novo.

Como sempre reclamamos de tudo: Ufa, já vai tarde! Que o ano que chega seja melhor do que o que se vai.

Será que foi tão ruim, assim?

É importante que nos lembremos que os anos vêm e vão sempre da mesma forma. Nós é que estamos diferentes em cada um deles.

E aí, mudam os anos ou mudamos nós?

O importante é ser feliz e essa felicidade só depende de nós. É a famosa "Lei da Atração". Portanto, sejamos felizes, sempre!

Boas Festas e um ótimo Ano Novo a todos. O melhor deles.
Por enquanto!


Hailton Portugal
Consultor
(21) 9973-4112

http://www.twitter.com/hailtonportugal
http://www.myspace.com/hailton_portugal
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8232196912191407998
http://www.facebook.com/profile.php?id=1428769315

TIA ZIZA: 72 Anos - Guaratinguetá.

Videozinho mostrando alguns momentos que passamos juntos com Tia Ziza na casa da Rua Lorena.

A casa da Rua Lorena, nº 88, em Guaratinguetá, é famosa para a nossa família.

Foi nela que viveram nossos avós Galvão e Lica (Maria Luiza). Muitos de nós fomos lá passar as férias, o Natal, o Ano Novo... Crescemos ali, namoramos e noivamos ali. Muitas festas nessa casa foram realizadas. Muitas alegrias, algumas tristezas também passamos entre suas paredes. É a casa do Vô Galvão. Um marco na nossa vida, na vida de meus pais, tios, primos e de nossos avós e bisavós.

Hoje, mora lá solitária a Tia Ziza, que guarda o nosso passado naquelas paredes, janelas, no quintal atijolado dos fundos. Na goiabeira famosa que sempre dava goiabas imensas e doces. Na árvore de amoras roxinhas... No quintal com os canteirinhos de flores. Tudo é saudade na casa da Rua Lorena 88, da Vila Alves.

Pois estivemos novamente hoje por lá. No anoitecer de 18 de dezembro de 2010, um sábado. Agora com a casa quase vazia (vivia cheia de gente... muita gente!). Pois fomos lá comemorar os 72 anos de Therezinha Galvão Paim, a nossa Tia Ziza. Cantamos os parabéns, cortamos o bolinho e fizemos algumas imagens para vocês que estão longe. Se não fizemos melhor e estão faltando os outros convidados (que já tinham ido embora), foi porque tivemos problemas com as pilhas da nossa câmera, que se descarregaram rapidamente.

Bom... sabemos que, ao ver tais imagens, muitos irão viajar no tempo, cada qual com suas memórias, cada qual com suas histórias. Que bom que podemos fazer isso.

Quem tem histórias para contar, quem tem saudade do seu passado, é porque soube construir um passado feliz. Uma vida reta e feliz. Parabéns à Tia Ziza. Parabéns a todos nós, que sabemos construir com estes pequenos e simples momentos a nossa FELICIDADE. Não é qualquer um que já aprendeu nessa vida a fazer isso.

André Lauro - alpgalvao@ig.com.br

sábado, 18 de dezembro de 2010

Teca Galvão curte a EMOÇÃO da chegada do primeiro filho.

De: Teca Calcagno Galvão - Rio de Janeiro (RJ):

Oi gente, a grande notícia é que temos mais um Galvão na praça: Benjamin Galvão Mourato. Estamos muito felizes, o bichinho é lindo. Nasceu Dia 14/11/2010, 2:06hs, 3.23kg x 49.5cm, no Rio.

tecagalvao@hotmail.com

Da Redação: Faltou mostrar a mãe. Mãe é mãe!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Desenho alemão sobre o Rio de Janeiro.

Segundo entendi, este desenho animado sobre o Brasil será lançado em breve. Foi feito pelo mesmo pessoal que produziu o "A Idade do Gelo", no qual trabalha um brasileiro (que foi quem inventou aquele esquilinho trapalhão que tem no desenho "A Idade do Gelo"). Fiquem atentos para o lançamento.

Saudosismo: O VIGILANTE RODOVIÁRIO!






SAUDADE DO VIGILANTE!
Série de grande sucesso na Televisão Tupi Canal 4 (a Globo dos Anos 60), eis aí o VIGILANTE RODOVIÁRIO (Tenente Carlos) com o seu cão LOBO, que caçava os bandidos.

Clique na flechinha do ícone para ouvir a famosíssima vinheta do Vigilante Rodoviário (Atenção! Isso é só para os maiores de 50 anos da Família, viu?

Tem gente aí que vai urrar de saudade... porque é da época da nossa infância, tá?
Apesar de nunca ter sido policial rodoviário, o artista fez tanto sucesso em sua época, que a Polícia Rodoviária Federal fez dele "Tenente Honorário" e contratou-o (até hoje), como Relações Públicas.

O "Inspetor Carlos", agora com 70 anos, ainda comparece fardado a feiras e exposições de carros antigos, onde dezenas de sessentões correm atrás dele para pedir um autógrafo, como se ainda fossem guris.

DEZEMBRO VEM O NATAL!




Clique no ícone acima para ouvir a mensagem de Natal das Casas Pernambucanas.

FELIZ NATAL!!! BOAS FESTAS!!!





Clique no ícone à esquerda para você poder ouvir a mensagem de Natal (anúncio da VARIG em 1960).

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O Festival de Parintins - Boi Caprichoso 2009 - Amazonas.

Este é o incrível país (com seu povo alegre e dançante) que irá receber a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos!

O Festival de Parintins começou há quase um século como uma brincadeira, um divertimento de fim-de-semana nas cidades do Nordeste brasileiro. As pessoas saiam à noite em grupos para dançar e cantar nas ruas.

Inventaram um boneco, um boi, feito de papel-maché que saia dançando e chifrando o trazeiro dos “brincantes” (aqueles que brincam com o boi). Naturalmente acontecia grandes bebedeiras e a farra terminava sempre com algumas brigas entre eles, que acabavam na cadeia. Isso fez com que a polícia proibisse essa bagunça.

Mas todo fim-de-semana ela se repetia e foi crescendo cada vez mais. Afinal, era o povo que queria apenas brincar e se divertir nos fins-de-semana. Começaram a compor músicas, criar passos de dança e costurar fantasias (como no carnaval). Nasceu o Bumba-meu-boi que tornou-se popular. Tão popular que virou folclore.

Passou a contar e a cantar as coisas do povo. Na Amazônia a dança do Bumba-meu-boi virou Boi bumbá. Ganhou plumas de índio e passos de dança indígena. Isso há mais de 80 anos. Hoje cresceu e tornou-se um grande festival comemorado todo mês de junho no Nordeste e também na região Norte, a Amazônia.

Destacou-se na ilha de Parintins (cujo nome indígena é “Tupinambarana”). É este, portanto, o espetáculo que você vê neste vídeo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Tião Mendes escreve: O SANTO SUDÁRIO

É interessante ficar conhecendo, na véspera deste Natal, algo mais sobre o manto que cobriu Jesus Cristo no Santo Sepulcro, como alegam há séculos os padres da igreja de Turim.

Por isso estamos publicando aqui um texto do nosso primo Tião Mendes, de Botucatu, sobre o Santo Sudário. Tião tornou-se um especialista neste manto que cobriu Jesus e em seu texto ele explica: "Esta palavra vem do latin sudare. É meramente um pano para enxugar o suor do rosto de alguém"

Leia mais sobre este interessante artigo do SANTO SUDÁRIO acessando o link abaixo do site do AVC REPORTAGEM:

sábado, 11 de dezembro de 2010

Barranco abaixooooooo!!! - Downhill!!!

De: Éric & Sabine de Souza Avellar Pires - Berlim - Alemanha.

BARRANCO ABAIXOOOOOOOO!!!!!! (Downhill!)

Um videozinho para eu testar um novo programa de edição e para vocês poderem ver a Amélie. Éric (the big daddy = o paizão).

ericsapires@yahoo.com.br