quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Clã dos Guerra: filhas e netos da Thaís

Botucatu: turma da Thaís (só alguns!).
Patrícia e Priscila "Pitty" (filhas Thaís). Leonardo (filho Raphael) e Júlia (filha Patrícia).
Netas e bisnetos da Vó Leda.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Ato Falho (por Alice Galvão e Marcus Vinicius)

Do blogspot de Alice Galvão (filha Laís) - Goiânia (GO).

Vídeo vencedor do "Festival do Minuto" - Sucesso no You Tube.

"Ato falho é uma ação inconsciente que nós não conseguimos deter. Na verdade é o que queremos fazer, mas por razões diversas preferimos não fazer. Chamar alguém pelo nome de outra pessoa é um exemplo..." Veja:

video

Alice com seu marido Marcus Vinicius protagonizaram este vídeo campeão. PARABÉNS!!!

http://alicegalvao.blogspot.com

A última (?) do Zé Galvão

A última (?) do Zé Galvão

(ou "O Berrante")


Escreveu: Olavo de Faria Galvão

Em março de 2008 fui à Goiânia para fazer parte de uma banca de concurso para professor do novo curso de Psicologia da UFG, que ocorreu no prédio da Faculdade de Educação, no Setor Universitário, no mesmo lugar onde em 1969 eu estudara, pois lá funcionou, a partir do segundo semestre, o Colégio Universitário, o COLU.

Fiquei hospedado no Hotel Augustus, na Av. Tocantins com a Rua 4, perto do Mercado Central. Cheguei a Goiânia no domingo, e fui para a Chácara Dona Maria, em Senador Canedo, onde morava meu pai, com a esposa, a Neuza.

Passamos uma tarde agradável, além de mim foram também as manas Lais e Tatiane com Luciano e Beatriz. No final do concurso, quarta-feira, liguei para despedir, nem fui à chácara. Quinta de madrugada saí do hotel para o aeroporto, e ao descer em Brasília em conexão para Belém, dei falta do berrante que eu comprara no Mercado Central, um baita berrante emendado, e que eu esquecera no quarto do hotel.

Liguei para o pai e ele disse que ligaria em seguida para o hotel, e assim que pudesse iria buscar.

Alguns dias depois toca o telefone em Belém e sou chamado. Ao colocar o fone no ouvido ouço o berrante "Porróm-porróm-porróóóómmm" e o pai em seguida me contou rindo:
- Ao chegar no saguão do hotel me anunciei alto para quem quisesse ouvir: "Vim buscar meu chifre!"......... Depois "daquele" silêncio no saguão, a atendente, que sabia do berrante guardado, riu e explicou aos presentes o que se passava...

Menos de um mês depois a dengue o derrubou e das complicações ele veio a falecer. Fomos a Goiânia para nos encontrarmos os irmãos, os filhos, amigos e fãs e nos despedirmos. Ele deitado no barquinho da noite, como ele diria, "não tugiu nem mugiu". Na volta o Luciano, Tati e Beatriz me trouxeram o berrante e me levaram ao aeroporto. Enfim, fui buscar o meu chifre!

Olavo
Olavo F. Galvão - Prof. Titular Psicol.Experimental -UFPA